| “Encurtando razões: fora infomrado de que o Lobo frequentava agora muito os espanhóis. Desgraçadamente, a Espanha era uma sociedade contaminada de ideias marxistas e revolucionários… E um guarda fiscal como vigia da fronteira, tinha a estrita obrigação de não so combater o contrabando, num sentido ou noutro, mas também evitar, a todo o custo, que as ideias subversivas, que estavam a provocar a desordem e ruína do país vizinho, se infiltrassem em Portugal onde, graças a Deus e ao Estado Novo, reinava a paz e a concórcia…. Em vez disso, que é que fazía o guarda fiscal do posto de Tourém André Lobo? Acamaradava com frente-populistas galegos, defendia a República…”. |
Fragmento de “O lobo guerrilheiro”
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Bibliografia:
Cruz, Bento da (2014): O lobo guerrilheiro. Lisboa: Âncora Editora.
Página:
90
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