| “Lobo nunca tinha ido a Tourém. Sabia vagamente que era a única aldeia barrosã situada a norte da cordilheira que liga o Larouco ao Gêres. Informou-se do melhor caminho para lá chegar. Presponderam-lhe que havia dois: o ‘galego’ e o ‘português’. O primeiro era mais curto, uns quize quilómetros, mas tinha o inconveniente de atravessar o termo e a povoação galega de Vilar, paróquia de Randin.. O segundo media aproximadamente tinta e atravessava a serra da Mourela, por Covelães. Optou pela Mourela” |
Fragmento de “O lobo guerrilheiro”
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Bibliografia:
Cruz, Bento da (2014): O lobo guerrilheiro. Lisboa: Âncora Editora.
Página:
69
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