Literatura
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Fragmento de «Arraianos»
«Al abuelo de la pequeña lo habían cogido los falangistas de Verín y lo mataron en una zanja de O Furriolo, con otros cinco que sacaron del convento» Nota: cuento: Botas de elástico.
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Fragmento de «Arraianos»
«Auguela está en el desierto de A Chaira, en la ribera donde los helechales señalan una humedad que enseguida es un hilo de agua y un poco más allá pozo y arroyo, para hacerse muy lejos un río grande llamado Tuño […] Auguela son diez casas y algunas cuadras y hórreos. Todos los techos son…
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Fragmento de «O lobo guerrilheiro»
E lágrimas de tristeza ao falar do saque, do incêncio, da violação, da ruína de todas as nossas aldeias, igrejas, arquivos e monumentos, entre os quais o Mosteiro de Santa María das Júnias, pequena, rara e comovente jóia da nossa arquitectura religiosa encastoada no silêncio de um cale da serra da Mourela, às espaldas de…
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Fragmento de «O lobo guerrilheiro»
«A 2.ª invasão francesa era um dos temas favoritos do professor. Ele conhecia ‘histórias de franceses’ relacionadas a ben dizer com todas as aldeias de Barroso, principalmente com aquelas por onde o grosso do exército napoleónico passou, tanto à ‘entrada de leão’, por Chaves, Boticas, Alturas, Ruviães, como à ‘sa´kida de sendeiro’, por Ruviães, Pardela,…
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Fragmento de «O lobo guerrilheiro»
«Era um regalo ouvir falar o professor destas antigualhas. Por ele ficou Lobo a saber que Tourem pertenceu à mitra de Orense até 1880. Há mesmo caso curioso de um bispo, D. Pedro de Quevedo y Quintano, o qual aí por 1812, obrigado por razões políticas a fugir de Espanha se pôde refugiar num país…
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Fragmento de «O lobo guerrilheiro»
«Lamentava, igualmente, o desaparecimento do Couto Misto de Santiago, Rubiás e Meaus, aldeias galegas correspondentes, em termos de fronteira, às portuguesas de Padroso, Donões e Sauzedo, e outrora habitadas promiscuamente por portugueses e espanhóis. […] Isto porque, entre os numerosos privilégios desses povos ‘mistos’, um dos que eles máis prezavam ra o de poderem mercadejar,…
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Fragmento de «O lobo guerrilheiro»
«Encurtando razões: fora infomrado de que o Lobo frequentava agora muito os espanhóis. Desgraçadamente, a Espanha era uma sociedade contaminada de ideias marxistas e revolucionários… E um guarda fiscal como vigia da fronteira, tinha a estrita obrigação de não so combater o contrabando, num sentido ou noutro, mas também evitar, a todo o custo, que…
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Fragmento de «O lobo guerrilheiro»
«Meia hora depois avistava o amplo vale do Salas e, lá em baixo, docemente poisada entre verdura, a aldeia de Tourém. À medida que ia descendo invadia-o uma estranha sensação de curiosidade e deslumbramento de viandante em país desconhecido. Os extensos baldios sem fronteiras de serra cedían o lugar a terras de cultivo, retalhadsa de…
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Fragmento de «O lobo guerrilheiro»
«Lobo nunca tinha ido a Tourém. Sabia vagamente que era a única aldeia barrosã situada a norte da cordilheira que liga o Larouco ao Gêres. Informou-se do melhor caminho para lá chegar. Presponderam-lhe que havia dois: o ‘galego’ e o ‘português’. O primeiro era mais curto, uns quize quilómetros, mas tinha o inconveniente de atravessar…
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Fragmento de «O lobo guerrilheiro»
«Purificada a atmósfera, o Aurélio rompeu o silêncio, perguntando ao Lobo o que queria. ‘Verificar se Vossas Excelências trazen contrabando’. ‘Você não me conhece?’ replicou o Aurélio com intimativa. ‘Olhe que eu tenho dois nomes: sou tenente de Infanteria 14 e administrador do concelho de Montalegre!’. ‘Tudo pode ser, mas nós estamos aqui no exercício…
